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Alerta! 21/07/2008

Posted by ASA in Questionamentos.
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Alerta! Está é a palavra e atitude que deve ter todos os dias em seus negócios.

Os negócios vão muito bem! Uma grande fatia do mercado esta contigo! Possui uma fórmula de negocio certeira! Nada pode dar errado, sua empresa é sólida e estruturada!

Já está pensando assim? Cuidado, é hora de manter os olhos abertos.

Atualmente os concorrentes querem estar em seu lugar. O mercado não admite erros e muito menos egos elevados, mudanças drásticas não devem ser temidas, e o principal, , talvez o mercado não queira mais seus serviços ou produtos, mesmo que hoje somente você possua estes.

Mantenha a mente aberta e crie saídas para futuros problemas; ponha em pratica as idéias, antes que outro faça; nunca deixe as idéias na gaveta; seja realista para entender quando os negócios estão em queda; não se entristeça se sua forma de administração está arcaica, mude e modernize; saiba recuar no momento certo para re-estruturar e voltar a crescer.

As grandes empresas sofrem com estes problemas, imagine as médias e pequenas!

Saindo da teoria e entrando na prática: uma grande empresa que está passando por uma reestruturação, por ter enxergado tarde as mudanças e deixado na gaveta às novas idéias é a KODAK (EASTMAN KODAK COMPANY).

“Os quatro erros capitais da Kodak”
Nas últimas duas décadas, a Kodak tornou-se um exemplo de como a falta de visão do alto escalão de uma empresa pode ser fatal para os negócios. Os principais erros cometidos e as tentativas de solucioná-los.
1 – Ignorar as mudanças do mercado
Desde o início dos anos 90, o fim do filme fotográfico era visto como questão de tempo. A Kodak tentou negar essa realidade de todas as formas e manteve seu modelo de negócios inalterado.
O que foi feito
Nos últimos cinco anos, a Kodak vem tentando reduzir sua dependência dos produtos de fotografia tradicional, um negócio que, apesar de decadente, ainda é o mais lucrativo da empresa.
2 – Hesitar ao adotar novas tecnologias
A primeira câmera digital foi desenvolvida pela Kodak em 1976. A empresa, no entanto, levou 25 anos para levar esse negócio a sério, quando o mercado já estava tomado pelos concorrentes.
O que foi feito
A empresa deu uma forte guinada em direção às câmeras digitais e se tornou líder nos Estados Unidos em 2003. Hoje, esse é um negócio pouco promissor em razão das margens reduzidas.
3 – Desprezar a inovação
A Kodak sempre foi pródiga nos gastos com pesquisas, o que resultou em uma vasta base de patentes. No entanto, a maioria das inovações ficava na gaveta ou era licenciada a terceiros.
O que foi feito
Antigas inovações da empresa, como as telas de OLED e sistemas de impressão com jato de tinta, foram recuperadas, atualizadas e aplicadas no desenvolvimento de novos produtos.
4 – Manter uma estrutura fossilizada
Uma das heranças negativas do fundador George Eastman, foi uma cultura corporativa hierarquizada e lenta na tomada de decisões. Isso atrasou dramaticamente as mudanças na empresa
O que foi feito
Uma das prioridades da reestruturação foi injetar sangue novo na empresa e mudar a cultura corporativa. Hoje, 60% dos funcionários da Kodak têm menos de três anos de empresa.
(Os quatro erros capitais são fontes retiradas do Portal Exame – Abril – 04/07/2008).

Vamos ter ATENÇÃO e nos prepararmos para as mudanças empresariais que serão cada vez mais rápidas. Prepare-se, mexa-se, inove, cresça e lucre.

Saiba mais sobre as mudanças e erros da Kodak clicando aqui.

Erik Arruda

Será Steve ?!? 21/07/2008

Posted by ASA in Questionamentos.
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Beleza, Senhor Steven Paul Jobs ?
(Para quem não o conhece ele é o chefe da tribo Apple e criador dos “AI PÓDES”)

Veja você, Senhor Jobs, sabemos que fazer um Iphone com todas os recursos e possibilidades dos Ipods, com 200 Gigas ou mais de capacidade não é problema para a Apple.

Porém, bons estudiosos da Apple me explicaram que há motivos e razões para isso não acontecer. É simples: Não seria interessante tal atitude, pois, um mercado mataria ou outro e vice-versa. Quem compra um produto deixaria de comprar o outro se eles passarem a ser um só.

Compreendi, faz todo sentido.

Mas não satisfeito e pensando sempre em otimizar…

Outro dia estava sentado na cadeira de meu cabeleireiro, Sir Eurípides (Para quem não o conhece é proprietário do Salão Bob, considerado um dos salões mais autênticos da America Latina) e ele estava usado a ultima tendência em tesouras: “Vern Intelligent Combined Scissors“  e imaginei essa tendência aplicada em diversos setores e produtos.

Assim como essas tesouras que se acoplam umas nas outras perfeitamente, Iphone, Ipod, e futuramente Icamera, Ihd, Itv, poderiam ir se acoplando e termos separadamente vários equipamentos ou tudo em um único “tijolo”.

Imagine isso já com os existentes, um deles seria sinônimo de total comunicação e o outro sinônimo de todas as informações em um único lugar.

Você escolhe, o mundo em suas mãos ou exatamente o que precisa no exato momento e local.

Besteira ou não Senhor Jobs ? Bem Steve, pode parecer estupidez, mas, tenho certeza que alguns iriam gostar. Por que não ?

Eu adoraria a idéia de dois ou mais equipamentos, em suas formas idênticas em perfeita sincronia, sinergia e simetria.

São desses Brainstorming que surgem os “AÍ PÓDES” da vida.

Alex Sami de Arruda

O Homem que atira em si próprio. 21/07/2008

Posted by Kris Arruda in Curiosidades.
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Richard Davis já atirou em si próprio dezenas de vezes deliberadamente. Mas não é louco.

O ex-fuzileiro naval americano, após a aposentadoria, abriu uma pizzaria em Chicago e ocasionalmente fazia uma entrega ou outra. Numa dessas entregas, seus clientes não quiseram pagar e resolveram resolver o assunto “na bala”. Alvejaram Richard com um tiro enquanto esse acabou revidando na mesma moeda. Após o susto, Richard resolveu abrir a Second Chance, fabricante de coletes a prova de bala feitos de kevlar, material até então, nunca usado para esse fim.

Começar um negócio e conquistar clientela nunca é fácil, portanto, para mostrar como seus produtos eram bons, o próprio senhor Davis atirava em si próprio em todas demonstrações para possíveis clientes. As armas usadas eram dos próprios interessados na aquisição de coletes (geralmente firmas de segurança ou forças policiais), tudo isso para não ficar dúvida sobre a veracidade do “show” de Richard.

Disso fica a lição, sempre podemos usar adversidades para criar algo novo, e nada melhor do que confiar no próprio produto/serviço para convencer seus clientes.

Veja o vídeo das “apresentações” de Davis abaixo e saiba mais sobre sua história aqui.